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domingo, 19 de setembro de 2010

le temp.























passado, presente, futuro...
clima seco de uma noite quente, o tempo parece inabalável. o retorno é saudoso com palavras doces e gentis, mas dentro da sua cabeça as coisas continuam do mesmo jeito: o mundo um grande abismo de dificuldade, o amor uma grande ferida incurável e os sonhos a coisa mais real no momento.
depois de tanto tempo mesmo com erros e acertos as coisas parecem continuar estáticas. ela queria acelerar, mas o mundo por fim desacelorou ela. e depois de tanto tempo a única certeza é: sua vida é uma grande reticência paradoxal.

domingo, 16 de agosto de 2009

bi.polar












um pouco menos dramatica, um pouco mais feliz , um pouco menos com saudade, com pouco tempo, com algumas poucas dúvidas, um pouquinho viciada e um pouco esperançosa. e isso tudo em pouco menos de uma semana.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

sabor estranho.

esses dias andam tão confusos pra mim, muito mesmo. eu sempre achei que tinha vários caminhos pra trilhar, que eu tinha mapas do tesouro escondidos e que o mundo era pequeno demais pra mim. esses dias queridos estão dificéis, doloridos e amargos com uma pitada de desespero, um toque de tristeza e uma atormentadora perseguição. se for passageiro? muito obrigado. se continuar? forças pra levantar minha cabeça e me fortalecer. mesmo com meus músculos fadigados.

o meu mundo ficou um pouco maior e eu morri só um pouquinho. mas diz pra mim que passa? passa a mão na minha cabeça e diz que passa?


fernanda oliveira.





quinta-feira, 30 de julho de 2009

mémorias de uma mente sem lembrança.

durante muito tempo não sei se fui de mim ou do que eu sempre quis ser, se eu estava feliz ou forjando sorrisos, se as lágrimas não eram salgadas e as derrotas menos amargas.

o tempo foi passando lento como areia de ampulheta não percebi o quanto eu mudei e o quanto ainda tenho que mudar. percebo que ainda me descubro e o quanto preciso me conhecer. em primaveras e invernos eu me intercalo, entre luas e sóis, no limiar da eminência eu traço meu caminho.






[fernandaoliviere] -

segunda-feira, 13 de abril de 2009

.


porque um pedaço é repetição.

um outro é solidão.
o outro é confusão.









acho que no meu mundo só cabe eu mesma    :*












sábado, 28 de março de 2009

viola viola


e os meus olhos se molhavam de saudade. nos desvaneios do pensamento a garganta dava um nó  e a voz falhava. as lágrimas apenas escorriam enquanto não te esqueciam. a sensação era de aperto e insegurança. cansada de uma noite mal dormida e olhar pra janela, sentir o vento bater infelismente me lembram você. acho que é isso, uma maldição recaida sobre mim, uma fardo a carregar. dolorido e saudadoso. 

um amor que nunca acaba.
uma dor que nunca acaba.
acaba.

sábado, 31 de janeiro de 2009

o funeral


Naquele dia a chuva caia forte e com ela uma parte da menina. Os seus olhos vidrados, esmeralda petrificada. Na frente da tv passavam vários flashes repetitivos de historias, historias que eram tão dela quanto do resto do mundo. Se sentia vazia e chorosa. Há dias pensava sobre o amor e sentimentalidades, mas hoje estava demasiadamente emocionada. A chuva caia e ventava lá fora. Um belo dia pra se enterrar um amor não? E foi exatamente o que ela pensou, fez um funeral onde muitas pessoas poderiam participar, mas ela escolheu ser a unica presente. ele tinha acabado de morrer pra ela, morrera de um jeito diferente, continuava a andar, a respirar, a falar, mas pra ela ele tinha sido sepultado hoje. Sempre a diziam: "Um grande amor a gente nunca esquece..." Ela queria muito ter esquecido e hoje escolheu o dia em que sol e chuva apareceriam, em que planetas se alinhariam e o zodíaco a desse coragem. Foi hoje que ela escolheu o funeral do primeiro amor, junto com cartas e lembranças e principalmente vontades. Ela, sim, iria enterra-lo. Com os olhos molhados e um coração despedaçado, ela fechou os olhos e sentiu o ultimo abraço de amor. Foi envolvida por um calor que lhe percorria o corpo, envolvendo-a numa sensação maravilhosa. Soluçou um pouco, abriu os olhos e viu que tudo já tinha terminado. Agora só sobrou ela e um primeiro amor enterrado.